sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Safras do ano.

Comprar hortaliças e pescados da época é sempre melhor, pois são mais frescos, nutritivos e baratos.
Confira aqui a lista para 2011:
JANEIRO
Frutas:
 Abacaxi, carambola, coco-verde, figo, fruta-do-conde, laranja-pera, mamão, maracujá, melancia, nectarinaLegumes: Abóbora, abobrinha, beterraba, pepino, pimentão, quiabo, tomateVerduras: Alface, cebolinha, couve, salsa, salsãoPescados: Bacalhau, cação, dourado, linguado, manjuba, pescada-amarela
FEVEREIRO
Frutas: 
Abacate, ameixa, carambola, figo, pinha (conhecida em algumas regiões por fruta-do-conde), goiaba, jaca, maçã, peraLegumes: Abóbora, gengibre, milho-verde, pepino, pimentão, quiabo, tomateVerduras: Cebolinha, escarola, hortelã, louro, repolhoPescados: Atum, bacalhau, badejo, bonito, cação, manjuba, merluza, sardinha.





BP diz que termos do acordo de compensação pelo vazamento são generosos demais.

The New York Times
John Schwartz



Nos oito meses desde que Kenneth R. Feinberg assumiu o fundo de US$ 20 bilhões (em torno de R$ 32 bilhões) para compensar as vítimas do vazamento de petróleo do Golfo do México, ele foi atacado por muitos dos querelantes e dos políticos da costa que argumentam que o processo é opaco, arbitrário e lento. Muitos argumentaram que as estimativas de Feinberg dos danos futuros para as pessoas que moram no Golfo são otimistas demais, e assim sua oferta de compensação em um acordo final são baixas demais.

Agora ele está recebendo reclamações de outra parte: da BP.

A gigante de petróleo está argumentando que os acordos propostos por Feinberg são generosos demais. A companhia insiste que os pagamentos excedem em muito a extensão dos danos futuros prováveis porque exageram o potencial de perdas futuras, em um documento de 25 páginas de palavras duras que foi divulgado no site do fundo na quinta-feira (17/2) pela manhã.

Baseando suas estimativas em grande parte nos dados usados por Feinberg, a empresa concluiu que não havia “base para adotar um fator de perda futura artificialmente alto, baseado puramente em um grau inerente de incerteza na previsão do futuro e na mera possibilidade que males futuros possam ocorrer”.

Feinberg divulgou as regras que governarão os acordos finais neste mês. O programa anunciou que, em geral, as compensações pagas pelo fundo serão o dobro das perdas de 2010 para a maior parte dos querelantes, menos qualquer desembolso já feito pelo fundo.

Esse plano se baseia em estimativas de recuperação econômica e ambiental para a região comissionadas por Feinberg e publicadas com as novas regras: apesar de afirmar que a “previsão não é uma ciência exata”, o fundo sugeria a recuperação do Golfo até o final de 2012.

A BP argumenta em sua queixa que as estimativas de Feinberg exageram muito os danos prováveis, que a empresa estima na faixa de apenas 25 a 50% das perdas de 2010. A empresa observou que quase todas as fazendas de pesca foram reabertas e a recuperação econômica do turismo está bem adiantada, com a receita de hotéis e dos impostos sobre vendas no outono de 2010 similares aos do mesmo período no ano anterior. (...)


Leia mais: 
http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/nytimes/2011/02/18/bp-diz-que-termos-do-acordo-de-compensacao-pelo-vazamento-sao-generosos-demais.jhtm




Membros do Greenpeace protestam em Bruxelas contra o derramamento de petróleo no Golfo do México.

Amazonas registrou só este ano 4.183 casos de dengue.




18/02/2011 - 19h56


Manaus - No Amazonas, foram confirmados 4.183 casos de dengue desde o dia 1º de janeiro. A atualização dos números foi feita hoje pela secretaria estadual de saúde. O total de notificações (casos confirmados e suspeitos) neste período foi de 10.387 casos.
Em Manaus, onde estão concentrados a maioria dos casos, foram notificados 7.107 casos e confirmados 3.966. Até hoje foram confirmadas oito mortes, seis delas em Manaus e duas no interior. Outras cinco estão sendo investigadas.

Decadência ronda ciência dos EUA no seu maior evento anual


RICARDO MIOTO
ENVIADO ESPECIAL A WASHINGTON


O maior encontro científico dos EUA e (ao menos por enquanto) do mundo começou na quinta-feira com uma mensagem desagradável: "Já não somos mais os mesmos."
A palavra "declínio" está em todo lugar: nas entrevistas de Alice Huang, presidente da AAAS (Associação Americana para o Avanço da Ciência, responsável pelo congresso), no relatório de novembro da National Science Foundation e nos corredores do centro de convenções.
Huang fala com expressão preocupada: "Temos de enfrentar os problemas recentes. Não podemos deixar a ciência e a educação irem embora deste país."
Desde 1992, a fatia americana da produção científica mundial diminui ano após ano. Estima-se que, ainda nesta década, será ultrapassada pela ciência chinesa, que avança rapidamente.
A ciência americana é atingida por problemas que o país todo enfrenta, como a ascensão de novas forças pelo mundo, como a China, desafiando a sua hegemonia, e a crise econômica.
Mas existe um problema mais perverso do que esses, que coloca a ciência americana em um beco sem saída: os jovens mais brilhantes do país nunca desprezaram tanto a carreira acadêmica.
Calcula-se que mais de 60% dos alunos de doutorado do país não são americanos. Nos melhores programas de pós-graduação, dependendo da área, esse valor pode se aproximar de 90%, lugares em que é preciso procurar muito para achar um nativo entre os montes de indianos e chineses.



WORKSHOP SOBRE FOTOGRAFIA DE NATUREZA.

Curso: WORKSHOP SOBRE FOTOGRAFIA DE NATUREZA
Inicio do curso: 21/05/2011

Carga horária: 8 horas
Duração: 1 dia
Investimento: R$ 65,00
Formas de pagamento:
CARTÃO DE CRÉDITO * : 2 x R$ 33,00
BOLETO - À VISTA: 7% de desconto: R$ 60,45
* Consulte as taxas de juros utilizadas pela sua administradoras do cartão de crédito.


    LOCAL DO CURSO: CENTRO DE REFERÊNCIA EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL - PARQUE NATURAL MUNICIPAL DE MARAPENDI

             Av. Alfredo Balthazar da Silveira s/n°. Recreio dos Bandeirantes.  Cep 22790-710.  Tel: 21 2497-7088

     PROFESSOR: José Felipe Monteiro - Fotógrafo Naturalista com mais de 20 anos de experiência. Vários Livros Publicados na Área, além de participação em Projetos de Pesquisas Ciêntificas e Expedições Institucionais.



HORÁRIO DO CURSO
09:00 AS 18:00 HS  (Intervalo para almoço de 1 hora)


O valor pode ser pago em 2x no Cartão de Crédito! 

Não perca tempo! Matricule-se e para de perder fotografias! Com esse curso além de entender o seu equipamento você passará a ver a natureza com olhos diferentes!









MAIORES INFORMAÇÕES:
                                                                 (21)9492-0623
sollaris@sollarisambiental.com.br



quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Into The Wild.

Society

Oh, it's a mystery to me
We have a greed with which we have agreed
And you think you have to want more than you need
Until you have it all you won't be free

Society, you're a crazy breed
Hope you're not lonely without me...

When you want more than you have
You think you need...
And when you think more than you want
Your thoughts begin to bleed
I think I need to find a bigger place
Because when you have more than you think
You need more space

Society, you're a crazy breed
Hope you're not lonely without me...
Society, crazy indeed
Hope you're not lonely without me...

There's those thinking, more-or-less, less is more
But if less is more, how you keeping score?
Means for every point you make, your level drops
Kinda like you're starting from the top
You can't do that...

Society, you're a crazy breed
Hope you're not lonely without me...
Society, crazy indeed
Hope you're not lonely without me...

Society, have mercy on me
Hope you're not angry if I disagree...
Society, crazy indeed
Hope you're not lonely without me...

Eddie Vedder
"Into The Wild" Soundtrack.

“A Temporada 2010 de reprodução das baleias francas já terminou"

Confira o que rolou!

http://www.baleiafranca.org.br/oprojeto/oprojeto.htm

                                                                                       Hudson Garcia